sexta-feira, 22 de novembro de 2013

{Dia 3} Aqui se vai mais um sexta-feira

OKEY, OKEY, hoje basicamente foi um daqueles dias que as pessoas me notaram na aula de Ed. Física, a gente foi jogar garrafobol né {foda-se como escreve essa porra, eu nunca aprendi -q}, e eu era a ÚNICA pessoa no campo, e tipo... tiveram que tentar pelo menos umas 20 vezes pra conseguir me queimar, simplesmente porque eu defendi SÓ COM O PÉ todas as outros 19 vezes, e ainda, só fui queimada porque já estava cansada de ficar esperando '-' ou seja, todo mundo teve de falar disso até o fim da aula, e eu lá "Mother fuckers, a regra desse jogo é defender a bola, não você sair do seu lugar pra pegar ela, É SÓ CHUTAR PRA LONGE!", oh well, deve ser a única coisa que eu fiz de bom, até hoje, na aula de Ed. Física, simplesmente porque não foi difícil e eu não tive que sair do lugar~
Anyway, a prova de filosofia e o trabalho de Ed. Física já se foi {não me perguntei porque eu escrevo Ed. Física com letra maiúscula, nem eu sei}, agora só falta todo o resto, tirando matemática, segunda é... Biologia e História... eu acho... Meh, deve ser.
Anyway, hoje é sexta, ou seja: minha mãe não está aqui pra me encher! >3<
Mas uma coisa que eu aprendi na prova de filosofia é que eu faço muita pergunta e comparação idiota, tipo... eu comparei a pobreza com o almoço... literalmente... Se eu tenho algum problema? Provavelmente... MAS FAZ SENTIDO! Eu não vou explicar minha linha de raciocínio porque eu fiquei 50 minutos pra fazer a redação, e aqui eu vou ficar 3 horas, então não -q
Gosh, eu troco de assunto muito fácil... a dois segundos atrás eu estava falando da aula de Ed. Física, depois minha mãe tá em casa e... Eu preciso parar com isso... Sério... E eu preciso parar de usar reticencias também -q
E what the fuck sabe, eu estava abaixando o volume e a música foi pra frente, beleza então né... Falando em música, desde ontem já foram mais dois fanmixes, eu não estava zuando quando disse que precisava parar, eu preciso de algo melhor pra fazer! Mas sempre que eu começo algo simplesmente me deixa entediada saca? Tipo... você começa feliz e quer muito fazer isso mas ai no meio do caminho vem aquela... "coisa", um certo desânimo e você simplesmente larga na metade, ou mal no começo. Isso anda me acontecendo frequentemente, talvez por causa do fim do ano? Deve ser... Se bem que eu não me lembro disso ter acontecido ano passado... Oh well, não vai fazer muita diferença de qualquer jeito, eu só preciso continuar procurando, quem sabe que não acho algo de bom pra fazer!
Talvez eu devesse começar a preparar algo de "especial" pro natal? Meh, não sei, talvez eu faça algo de diferente pro natal... ou talvez não né, eu provavelmente vou acabar esquecendo de qualquer jeito ;D
Oh well, feliz... começo de final de semana (?)

Música para te embalar neste post:

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

{Dia 3} Provas

 Upupupu~ Hoje foi a prova de matemática sabe, eu nem tirei 10 -q, tá, o professor me deu 10 por que eu quis, eu não pedi de jeito nenhum, assim como ele me deu 10 de média porque quis sabe. Deve ser por isso que ninguém se esforça na aula dele, é só você chorar um pouquinho e tira 10, meio idiota da parte dele, não? Oh well, já faz uns 3 bimestres que ele diz que "vai mudar o sistema dele com a gente", mas diferença eu não vi nenhuma, se continuar assim acho que consigo tirar mais uns 10s no segundo ano ;D
 Acho que amanhã é filosofia? Meh, não sei, mas eu gosto de filosofia :3 é interessante, principalmente pro tipo de pessoa como eu, que tem 592 conspirações conta o mundo {ou talvez mais -q}.
 AH, falando no uso de "mais" e "mas", na última redação que eu fiz a professora disse "cuidado com o uso de mais"... Eu sei quando eu tenho que usar cada um, "mais" é quantidade em número "mas" é algo que vai acontecer/aconteceu tipo: "eu tinha mais cinco frutas" "mas, eu fui comprar cinco frutas", sacas? Normalmente depois de "mas" tem vírgula para separar a primeira da segunda ideia, então não tem muito como confundir, pelo menos não pra mim... Oh well, acho que já já eu vou acabar fazendo um post de "como escrever em português corretamente" e não é bem isso que eu quero -q
 Ugh... só de lembrar que eu vou ter que voltar para aquela sala amanhã já me deixa depressiva... Aquelas "criaturas divinas" fazem tanto maldito barulho que deixa até um surdo com dor de cabeça... tipo... surdo tem dor de cabeça... sem descriminar é que tipo... normalmente você tem dor de cabeça por muito barulho... Meh, foda-se, não importa, eu sempre acabo fazendo perguntas idiotas de qualquer jeito, mas é, o povo não anda calando a boca, é provavelmente por ser o fim do ano e todo mundo estar de saco cheio, mas eu estou com mais saco cheio deles... Olha, eu acabei de demonstrar o que eu disse ali em cima e -q
 Tá... me ignora, é melhor...
 Eu provavelmente devia ir procurar algo construtivo pra fazer, tipo o caderninho de geografia que eu não fiz até hoje... Ou a capa do trabalho de Educação Física, mas não é como eu fosse querer fazer isso agora...
 Deixe-me ver outras matérias que eu gosto... Artes! Eu gosto de artes, mas não da professora, da matéria, isso são duas coisas diferentes. Eu gosto de artes em geral, ilustrações, instalações, esculturas, esse tipo de coisa, não a professora que passa essa matérias. Tem sociologia também... já que eu nunca entendi a sociedade quem sabe agora eu não entendo né? Mas não, sério, tem uns assuntos até que legais, tipo a diferenciação cultural, ou como a gente vê coisas "estranhas" mas outras "culturas" vêem aquilo como totalmente civilizado e normal. Isso é o que eu chamo de "pessoas de mentes fechadas", porque ninguém realmente vê o quanto você pode aprender apenas de observar, deve ser por isso que eu sei exatamente como fazer um jogo de handebol dar certo, mas não sei jogar... as vezes palavras valem mais que ações, não? Tá... isso aqui tem mais assuntos diferentes que eu um jornal de domingo, e eu estou fazendo umas ótimas comparações hoje eim? Santo pai, eu sou boa nisso -q
Oh well, acho que é isso...

Música para te embalar neste post:

Não em perguntei o que o vídeo tem a ver com a música, porque eu ia te perguntar a mesma coisa -q

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

{Dia 2} ~le histórias que eu nunca terminei~

 Então né... eu estava deletando algumas coisas do meu PC e achei algumas antigas histórias que eu nunca terminei {nem vou terminar -q}, então eu pensei "Meh, já que eu vou deletar mesmo porque eu não posto antes?", dessa vez eu vou acabar postando no Archice of our Own já que boa parte está lá, e aqui vamos nós -q

Breaking the Sky

Such a perfect world, colorful, secure, pretty, but... how much is true? This lifes that never end, not a single tear or pain, how disgusting! The blue sky over us is just a mirage that we can't stop, this long and green fields of lies, the eternal trees of sin, a world created by a twisted God, what else can we ask for? No war, no peace, no sin, no death, nothing more than a vision of a broken creation. 

Chapter 1 - A Liar's Wonderland

Looking at this giant green field, I can see why I never liked this place: there's nothing here, the humans can't see it because they belive in Him more than in their own lifes. The distorted dream of a mad God, what else can you call this? All I can see is a field full of bodies, trees full of snakes, rivers made of blood. This is the world I live in, while these idiot humans live in the "best side" of the dream, they can't see me, but I'm the one that should protect them... But from what? From the nothingness of their lives? Heros that will be forgotten with the time, humany is the worse thing He ever created, not even demons are like that, they will never be greatful for nothing we do. They even try to destroy some us, and their own kind too. If someone can create their own nightmares, than why are we even protecting them? Isn't this a perfect drem where no fucking one will ever go tho Hell or Heaven? This the Paradise of a killer God, we don't do the rules here.

Tá... isso é tipo... o começo do 1º capítulo... eu não cheguei nem no meio disse, mas né... Próximo.

My boyfriend is a serial killer

Prólogo

Meu nome é Yesfir Zinoviya, eu nasci e cresci na Russia, meu único problema é que eu tenho um certo problema de ter uma "medo extremo" de, basicamente, tudo. Desde criança eu vivo com esse "medo", o que fez eu me afastar de outras crianças por puro medo de algo me acontecer, estupido não? Mas desde que começei a passar por psiquiatras acho que estou começando a ficar melhor, e isso depois de 17 anos vivendo assim. 
Depois de muitas tentativas consegui entrar para a universidade estatal de Bélgorod, que não fica muito longe de onde eu moro, o único problema é eu conseguir chegar até lá sem ter alguma recaída no meio do caminho mas estou começando a me acostumar com o barrulho do mundo aqui fora. No meu primeiro dia de aula eu não consegui falar muito, não por não querer, mas por não conseguir, era como se eu estivesse ficado muda de uma hora para a outra.
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Essa já é a minha segunda semana aqui, e até agora eu só consigo falar confortavelmente com os professores, e ainda assim eu ainda consigo ficar com medo, algumas vezes eu realmente acho que vou me tornar um fracasso, como eu posso conseguir um trabalho decente desse jeito? Bom, ao menos agora eu consigo chegar até aqui sem ficar apavorada, acho que já é algum progresso apesar de tudo. Mas, por algum motivo, eu sinto como se, na sala, sempre tivesse alguém me olhando fixamente, mas... eu não tenho coragem o suficiente para virar e procurar pela pessoa, então eu simplesmente baixo a cabeça e continuo com a rotina diária, as vezes até na cafeteria eu me sinto assim, talvez seja apenas coisa da minha cabeça?
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Hoje na cafeteria um cara sentou perto de mim, eu reconheço ele um pouco, acho que é de alguma das aulas que eu tive hoje, ele não disse nada, apenas comeu seu lanche, que demorou até o sinal, e por algum motivo eu não me senti com medo, talvez eu esteja ficando melhor? Ou talvez eu não esteja colocando coisas idiotas na minha cabeça como "ele vai me matar não vai?" ou "porque estão me olhando assim? Tem alguém atras de mim?".
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Na saída ele veio falar comigo, seu nome é Dimitri Cuthbert, ele me pediu desculpa por ter simplesmente sentado na minha frente na cafeteria, e disse que não tinha realmente me notado ali já que eu não disse nada. Ele não parece ser uma boa pessoa, mas tudo que eu consegui dizer foi "Sem problema" e sai andando, será que ele teve uma má impressão de mim depois disso? Espero que não.
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O inverno vai chegar logo, já está começando a ficar mais frio, e hoje está chovendo um pouco e isso me deixa nervosa mas não posso simplesmente me trancar em casa, eu já consegui tanto durante essas duas semanas... 
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Quando cheguei lá hoje, Dimitri estava na entrada, eu estava um pouco com medo de fazer algo estupido, e acabei fazendo, eu escorreguei em uma poça que estava quase seca, se eu não sou um total fracasso depois disso, eu devo estar bem perto. Ele veio me ajudar.
- Uhm... você está bem? - Ele me estendeu a mão para me ajudar, eu estava quase saindo correndo mas era bem capaz deu cair e quebrar algo.
- S...Sim.
- Você devia tomar mais cuidado, não acho que a enfermeira está ai, ela normalmente chega na segunda aula, então tenha cuidado.
- O-O... Obrigada. - Eu estou finalmente fazendo um grande progresso, eu consegui falar com alguém, que não seja um professor, por mais de 3 segundos.
Por algum motivo, mesmo depois de me levantar ele continuou a olhar fixamente para mim, eu sem realmente querer desviei um pouco, covardes são sempre covardes afinal.
- Me desculpe, acho que eu acabei fazendo de novo... ahm...
- Tudo bem... é só que... eu não... consigo... uhm... olhar fixamente para as pessoas por muito tempo... eu tenho... medo... - Eu disse uma frase completa, que levou quase um minuto para ser dita, mas eu disse e... eu acho que falei até de mais.
- Medo? E-eu não sabia, eu vou tentar...
- Não é bem assim! É só que... eu tenho esse problema desde criança e... - Minha voz começou a desaparecer, e eu não consegui terminar de dizer o que eu queria, e o sinal me interropeu todos os meus pensamentos.
- Oh... sem problema, eu vou tentar evitar de te assustar então.
Com um sorriso alegre ele foi em direção da sala, eu precisei de alguns segundos pra processar tudo aquilo, eu finalmente consegui ter uma conversa com uma pessoa que eu mal conheço, talvez tenha sido uma boa coisa, talvez ele realmente não queira fazer mal algum a mim... talvez, ninguém queira, e tudo isso realmente seja apenas da minha cabeça?
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Durante o lanche, ele veio falar comigo novamente. E eu tive coragem o suficiente para perguntar de onde ele era.
- Bom... eu nasci e cresci na Inglaterra, mas vim para a Russia por uma bolsa de intercâmbio que eu consegui, acho que é por isso que muitos professores tem um certo "problema" pra falar o meu nome.
- Uhm? Eu... não vejo o menor problema com seu nome...
De pois de algum tempo, eu consegui um pouco de coragem para poder conversar normalmente com ele, talvez pelo que aconteceu antes? Provavelmente.
- E você? Bom, pelo seu nome eu vou chutar e dizer que você nasceu aqui mesmo. - Ele sorriu.
- Sim, eu moro não muito longe daqui, e com todo o meu problema de "medo", eu tive que refazer o exame varias vezes para poder entrar...
- Oh... você parece um pouco melhor do que na entrada...
- Eu estou, gradualmente, melhorando, meu psiquiatra disse que eu só preciso de tempo e paciência, e logo estarei "curada".
- Espero que você melhore rápido então.
Eu consegui, por todo o lanche conversar normalmente com ele, eu até consegui sorrir um pouco, ele disse que eu fico menos cara de triste quando estou rindo. Acho que posso confiar nele, talvez eu consiga realmente melhorar.
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Eu preciso ir direto ao psiquiatra hoje, Dimitri disse que sua cara não era longe de lá, então ele foi comigo, por algum motivo me sinto "segura", acho que isso é o que eles chamam de "gostar de alguém", não é?
Quando cheguei lá o Dr. Bertrando, já estava com um paciente, então a moça da recepção me deu um pouco de chá e me disse para esperar um pouco que logo ele, provavelmente, iria me atender.
Depois de alguns minutos, eu já havia terminado o chá, e então ele me chamou, seu nome é Bertrando Rolando Tito, ele é da Itália, mas disse que veio viver aqui por ser bem mais calmo que sua terra natal.
- E então? Você teve algum progresso hoje?
- Sim, eu estou consigo falar abertamente com alguém.
- M'ama mia! Você realmente arrumou um amico, ham? - Ele realmente tem esse problema de colocar palavras em italiano no meu das frases quando estava surpreso ou feliz, até hoje, isso era a única coisa que me fazia rir.
- Sim. - Eu respondi sorrindo. - Seu nome é Dimitri, ele disse que nasceu na Inglaterra, e veio à Russia, não faz muito tempo, para estudar.
- Isso é spettacolare! Eu disse que você só precisava de un po de pazienza! - Ele realmente parecia bem feliz pelo meu "progresso". - Logo la signora vai poder falar com todos os seus colegas de sala sem sofrer.
- Eu espero que sim... esse é meu sonho desde criança.
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Quando sai do consultório tinha mais algumas pessoas na sala de espera, a moça da recepção perguntou se eu queria marcar a próxima visita, e então eu voltaria na próxima sexta-feira. Assim que coloquei meu pé para fora, notei que tinha um rapaz estranho, me olhando, como se estivesse me esperando. Fiz como se não o tivesse visto, e fui andando na direção de casa, eu sabia que ele estava atrás de mim, eu já estava começando a sentir uma necessidade de começar a correr, foi então que eu senti um calafrio e ele me segurou.
- Onde você pensa que está indo? Você só precisa de um pouco de diversão sabe... - Ele estava suspirando no meu ouvido, eu entrei em total pânico, eu não conseguia gritar, o desespero entalado na minha garganta. - Você está com tanto medo que está segurando sua respiração, que fofinha, mas... por quanto tempo você consegue ficar assim?
Eu começei a tremer, e começei a perder a conciência, foi então que senti algo quente espirando em meu rosto, eu cai, mas eu podia ver, mas não muito bem... alguém... uma... faca talvez? Esfaqueando o rapaz que havia dito tudo aquilo a mim... ESFAQUEANDO? O pânico me fez recuperar o canciência e foi então que eu soube a verdade, a dolorosa verdade.
Aquele por quem meu sorriso havia finalmente florescido, na verdade tinha o sangue frio de um largarto em sua veias... Um assassino inconsiente, que havia roubado meu coração, ou talvez o herói? Eu... estava tão confusa como ele me achou? E porque? Quem exatamente é ele? Eu acabei desmaiando de vez, e mesmo assim, eu não conseguia entender nada do que havia acontecido, o que eu havia testemunhado? Um ato de heroísmo ou um assassinato a sangue frio?
{Final do Prólogo}

Capítulo 1 - Tudo o que eu sei

Quando eu acordei, ainda tremendo, estava em um lugar totalmente desconhecido, que parecia a casa de alguém muito rico. A mobília parecia ter vindo de uma daquelas casas inglesas do século 15... inglesas? Por um momento eu não quis acreditar, meu corpo congelou completamente e a primeira coisa que veio a minha cabeça foi ele me falando que nasceu e cresceu na Inglaterra, eu não consigo entender, o que está acontecendo?
A porta rangeu, todo o meu corpo começou a tremer mais ainda, eu não queria olhar, eu tive que olhar pois uma voz confortavelmente doce e conhecida falou comigo primeiro.
- Você está bem? - Eu finalmente tive coragem de olhar, eu nunca havia me arrependido tanto na minha vida. Aquela não era a pessoa que havia me acostumado a ver, em suas mãos um pano encharcado com algo vermelho, não, eu não posso negar, aquilo é totalmente sangue. - Eu sei exatamente o que você está pensando, mas pelo menos deixe-me explicar, eu tenho certeza que...
- Então... foi você? O... o que foi aquilo? Porquê? E-eu... - Ele andou calmamente até a cama onde eu estava e se sentou ao meu lado enquanto eu ainda não conseguia acretiar que tudo aqui que eu havia visto era verdade.
- Sabe, eu... menti um pouco pra você mas foi apenas para poder ficar ao seu lado eu... não podia simples mente te contar a verdade assim do nada, mas quando eu vi o que aquele maldito estava fazendo, eu não consegui controlar o impulso de simplesmente arrancar a vida dele com as minhas mãos porque... eu queria te salvar mais do que esconder a verdade... - Ele fala com uma voz triste, eu estava com medo dele, mas, ao mesmo tempo, com pena. Eu simplesmente fiquei em silêncio por um tempo.
- Então me conte a verdade! - Eu olhei para ele, não como antes, eu realmente estava com um medo mortal dentro de mim mas, Dimitri estava apenas me ajudando, certo? Ele só queria me ajudar... não é?
- Se você realmente quer saber bom... Eu não menti sobre a parte de ter nascido e crescido na Inglaterra, acho que você consegue notar isso pela mobília dessa lugar. Eu vim de uma família um tanto quanto rica, então era perigoso para mim e minha irmã ficarmos sozinhos. Então um dia, nossos pais foram fazer uma viagem de negócios para os Estados Unidos e nos deixaram com um dos mordomos, ele parecia ser uma boa pessoa, mas, nós estavamos errados. Ele brutalmente matou a minha irmã e quando ele pensou que eu iria apenas chorar e implorar para ser poupado eu... matei ele. Quando meus pais voltaram, eles não acreditaram na minha história, então me mandaram para um reformatório no interior.
- Mas...
- A história não acaba ai. Lá não existiam regras, se alguém tentar te matar, é problema seu, revide se quiser. Foi então que tudo isso começou, eu tomei gosto pela "coisa", mas logo que sai acabei ficando cada vez pior, e começei a ser procurado pelo país. Então pedi para um "amigo" me conseguir um passaporte ou qualquer outra coisa.
- E essa "outra coisa" foi a sua bolsa para a faculdade?
- Sim, eu tive que aguentar sabe, ver todas aquelas pessoas idiotas todos os dias... mas ai, veio você. Todo que eu via era uma criatura frágil que estava a ponto de ter um colapso a qualquer momento mas... ainda assim você ia lá todos os dias. Eu não conseguia parar de olhar pra você durante as aulas, eu acho que... foi a primeira vez que eu senti algo por alguém que fosse ódio.
Um repentino frio passou por mim, eu não estava louca, todo aquele tempo, realmente tinha alguém me observando, mas eu não sei o que eu deveria estar sentindo nesse momento, talvez ódio por tudo o que ele fez ou pena? Meu cérebro estava a ponto de explodir quando eu finalmente entendi tudo.
- Porquê eu? Eu me assusto tão fácilmente, uma coisa tão... frágil, então... porquê? - Seu rosto mudou de uma triste cruel para uma dúvida mais cruel ainda.
- Talvez você me lembre a minha irmã de alguma forma, talvez aquele cara tenha me lembrado de por que eu havia começado a matar. Eu simplesmente senti que eu precisava te proteger, mesmo que fosse com a minha vida.
Toda a imagem que eu havia criado em volta dele, havia se quebrado em milhões de pedaços que eu nunca iria conseguir colocar volta, e criado algo diferente, talvez toda essa história dele ser um assassino tenha feito eu perceber a verdade, que todo o meu medo só me faz ser fraca, eu... não quero ter medo, eu quero encarar as pessoas, olhar nos olhos delas, e falar normalmente, eu...
- Porquê você está chorando? Eu... disse algo? Você está machucado? Eu devia ter prestado atenção eu sabia que...
- Eu... não sei...
- Ahm?
- Eu não sei, eu... quero ser forte, eu quero perder o meu medo...
- Do que você está falando? - Eu parei de falar com alguns segundos, respirei fundo, e o abraçei. - O que deu em você? Eu...
- Eu não quero te causar problemas! Eu quero... eu quero poder olhar para frente, e parar de ter medo. - Eu chorava como uma criança que acabou de se machucar enquanto brincava ou algo assim.
Por alguns minutos ele não disse nada, e apenas me deixou chorar, assim que ele notou que eu estava parando, me respondeu sorrindo:
- Talvez seja por isso que eu estou aqui? 
Eu não conseguia responder, e só quando vi o pano sujo de sangue em cima da cômoda eu lembrei soltando ele.
- O que houve com aquele cara? E se alguém achar ele? O que...
- Você está me chamando de amador por algum acaso? - Ele riu. - Eu sei que você não entende nada disso mas eu não consegui fugir por ser amador não acha? É claro que eu tirei ele de lá, eu limpei o sangue do local e o enterrei no jardim. - Ele apontou para a janela. - Estava melhor com as flores, mas ele provavelemente vai ser um ótimo adubo para as rosas. 
Eu fiquei parada, e boquiaberta por algum tempo, talvez eu esteja me precipitando? Ou talvez ele seja realmente como aqueles serial killers da TV, que escondem o corpo de polícia, mas no final acabam... mortos... Espero que seja apenas algo que passa na TV...
- Então, o que você pretende fazer agora que sabe a verdade? - Ele me perguntou seriamente, aquele olhar até me dava um pouco de medo, e quando ele notou começou a rir.
- Eu não sei... Mas, que horas são? 
- Uhm? Ahm... - Ele pegou o celular do bolso, e ligou o visor. - Exatamente 19:00h. Porquê?
- SETE DA NOITE? Meus pais devem estar tendo um ataque por eu não ter voltado ainda! - Eu pulei da cama, e lembrei que eu nem sabia onde ele morava, eu sabia não que era longe do meu psiquiatra mas... quão longe?
- Calma, eu te deixo em casa, seria um problema você ir daqui até lá sozinha não acha? - Ele falava como se soubesse onde eu morava... será que ele... sabe? 
Ele riu, e me entregou uma jaqueta que estava no guarda-roupas, era provavelmente dele. Dizendo que já estava frio ele insistiu que eu a vestisse, eu concordei, mesmo que estivesse um pouco envergonhada por ele ter que me ajudar até pra eu não acabar com um resfriado.
Assim que coloquei o pé para fora senti o quão frio estava, o inverno realmente estava chegando. Ele me disse para ficar perto pois as pessoas dali não eram muito confiáveis. E não tivemos que andar muito até chegar perto do consultório do Dr. Bertrando, isso que dizer que ele não morava tão longe quanto eu pensava.
Como alguém pode se esconder por tanto tempo? Ele disse que a polícia estava procurando por ele na Inglaterra, será que eles sabem que ele não está mais lá?
- Ei, você vai ficar ai parada mesmo? - Foi então que notei que para pensar naquilo acabei parando de andar.
- N-não, desculpa.
Eu corri um pouco para poder alcança-lo, eu devia parar de pensar nesse tipo de coisa. Ainda estou com medo dele, não posso negar isso, mas ao mesmo tempo ele está tentando me ajudar, eu não posso ignorar isso, mas o que vou dizer aos meus pais? Eles provavelmente estão preocupado por eu só estar chegando agora...
---
Não muito tempo depois, eu cheguei em casa. Eu estava indo entregar a jaqueta quando ele disse que eu podia ficar com ela.
- Mas... 
- Não é como se eu fosse passar frio, eu tenho outras. - Ele se virou. - Boa noite. - E foi andando.
Antes de entrar em casa, tive que pensar em uma desculpa, e assim que abri a porta minha mãe gritou:
- ONDE VOCÊ ESTAVA? EU ACHEI QUE TINHAM TE SEQUESTRADO! 
- Depois que eu sai do consultório eu não me senti muito bem, então parei um pouco na enfarmaria da universidade, desculpe não ter avisado, eu não sabia que já estava tão tarde. - E então meu pai vei ver o que estava acontecendo.
- De quem é essa jaqueta?
- De um amigo. - Eu fui andando para o meu quarto sem dizer mais nada, e tranquei a porta.
Eu sabia que eles iriam acreditar na minha desculpa, eu nunca havia mentido para eles antes, o que faria eles acreditarem, pelo menos dessa vez.
Mamãe não sabia falar baixo, então eu a ouvi falando com papai.
- O que você acha que ela tem? Talvez esteja doente por causa de toda essa mudança no tempo?
- Não sei, mas eu não sabia que ela havia finalmente conseguido um amigo.
- Bom, ela está crescendo, e talvez aquele doutor idiota esteja servindo de algo, afinal, pelo preço, já devia ter feito efeito faz tempo!
- Sim... mas pra ela chegar a essa hora... e ela não mencionou nada sobre esse "amigo".
- Talvez seja porque nós normalmente não conversamos o suficiente com ela.
- Ou ela esteja escondendo algo! Talvez esse "amigo" não seja só amigo dela!
- Acalme-se Viktor, acho que pelo menos isso ela iria nos contar! Você acha que eu deveria chama-lá para o jantar? Ele ainda está quente, e nenhum de nós comeu até agora...
- Sim, eu quero conversar com ela.
Ela veio bater na minha porta.
- Querida, o jantar está pronto, você vai comer?
- Uhm... sim, eu já estou indo.
Assim que eu abri a porta e sentei na mesa, meu pai estava me olhando estranhamente, como se ele soubesse de algo, mas não iria falar até eu começar a contar a história.
- Então, esse... "amigo" seu... - Ele começou, mas logo mamãe o parou.
- Viktor, por favor, deixe ela tomar seu tempo, se ela quiser comentar sobre isso, ela vai comentar.
- O que tem ele? - Eu perguntei logo de uma vez, papai é polícial, não tem nada que ele não possa descobrir sobre alguém, e isso me deixa com medo.
- Quem é ele?
- Seu nome é Dimitri Cuthbert, ele está na mesma sala que eu, pelo menos em boa parte das matérias.
- Uhm, e de onde ele é? Esse nome não parece russo.
- Ele disse que nasceu e cresceu na Inglaterra...
- Uhm... - Ele não parecia estar realmente acreditando, mesmo que tudo isso fosse verdade. - Ele é mais alguma coisa além de seu... "amigo"?
- VIKTOR! - Mamãe gritou, ela estava cheia dos "questionários". - Eu já disse, se ela quiser falar, ela vai falar! Você não devia ficar se procupando com os assuntos pessoais da sua própria filha!
- Certo, certo! Eu só quero ter certeza que ela não está com algum tipo de ladrãozinho ou coisa do tipo!
"Ladrãozinho ou coisa do tipo"... papai não devia nem sonham com esse tipo de coisa, Dimitri não é só o "coisa do tipo" que o papai pensa, é pior do que isso.
---
Após o jantar, papai me pediu desculpas, ele não queria me forçar a falar ou coisa do tipo, ele só estava proculpado, então eu lhe disse que não precisava se procupar, não é como se eu conseguisse falar com esse tipo de pessoa. Ele estava um pouco mais calmo e aliviado depois do que eu disse.
Eu fui ao meu quarto, e como sempre tranquei a porta, mesmo depois de tudo, eu ainda não consigo dormir com a porta ou a janela destrancada. Eu realmente devo ser uma fracassada a final de contas...
{Final do Capítulo 1}

Aqui eu ainda cheguei mais longe, terminei 2 capítulos {pontando o prologo} mas também não tive vontade de terminar... não sei, as vezes eu fico enjoada de escrever pra mim mesma, e eu sei que ninguém vai querer ler essas histórias, então eu simplesmente largos elas assim, talvez eu devesse... sei lá, tentar mostrar pra mais gente? Mas ainda assim, eu não tenho esse... "conforto" pra ir e mostrar pra todo mundo saca? Foi o que eu disse, eu escrevo pra mim mesma {basicamente}, e agora as notícias {ou não exatamente -q}

Meh, feliz dia da consciência negra, que eu nem sei pra que raios serve esse feriado porque tipo... todo mundo tem consciência de que existem pessoas negras, e... WTF, porque um feriado pra isso? Porque não a "consciência amarela/branca" whatever também já que é assim? Oh well, vai entender.
Depois de uma semana {duas eu acho} eu terminei o maldito trabalho de educação física, sério, eu ODEIO aquele professor, porque basicamente ele OBRIGOU a gente a colocar imagem no trabalho e tipo, nem todo mundo tem uma impressora pra ir lá e imprimir imagens pra colocar na merda do trabalho dele, e o trabalho ainda foi manuscrito, só pra melhorar a coisa sabe -q
Basicamente meu trabalho ficou assim: cópia da wikipédia, cópia do blog de algum professor ai, cópia de um site de handebol. Se ele tivesse deixado a gente fazer digitado, eu não teria a menor coragem de aparecer lá com um trabalho assim, sério mesmo! Mas né, ele que pediu por isso...

Eu pretendo continuar escrevendo histórias, mesmo se for pra ninguém, essa é a ÚNICA coisa que eu faço direito então não posso simplesmente largar do nada, mas ainda assim... as vezes eu realmente sinto vontade de largar a escrita sabe? É algo que eu gosto mas... é algo que ninguém realmente presta atenção... Tá, na aula de português a professora sempre me "elogia" falando que eu escrevo bem e tals, mas... não é aquele tipo de texto que eu gosto de escrever, é o tipo de texto que todo mundo vê ali em cima sabe? É esse tipo de texto que você está lendo eu escrever agora, meio comédia, mesmo que tenham palavras estranhas {tipo a minha mania de falar tals ou whatever}, não a redação sobre a poluição do ar, eu escrevo "formalmente" porque sou obrigada a fazer tal coisa, não porque eu gosto!
O que eu REALMENTE gosto de escrever é terror, gore, comédia, ou tudo junto! Eu gostaria que as pessoas gostassem da minha escrita por isso, não pelas minhas redações, eu nem sei como eu tenho coragem de escrever elas na escola mas né -q
Talvez se eles parassem pra ler isso veriam o quão incoerente {em boa parte das vezes -q} e engraçada eu consigo fazer uma coisa triste ser, ou então, o quão nojento, e detalhado eu posso fazer algo, e até mesmo a minha criatividade. Quando eu faço personagens eu tento manter eles num nível o mais humano possível, tentando fazer alguém se identificar com ele saca? Mas quando eu faço algo como uma redação sobre a violência infantil, eu não faço o que eu sei fazer, eu faço algo que eu não gosto de fazer! E ainda ganho nota por isso! Eu quero poder escrever sobre fantasias, lugares diferentes, pessoas mais ainda, mas tudo que eu posso escrever é sobre a sociedade, oh well... acho que a vida é assim né? Você nunca vai realmente fazer aquilo que você realmente gosta...

Música para te embalar neste post:

 Caraca... esse post foi meio depressivo eim? Nem eu sabia que eu iria acabar escrevendo algo tão melo-dramático assim... Acho que é uma das minhas "habilidades especiais" ;D -q

terça-feira, 19 de novembro de 2013

{Dia 1} Voltando do túmulo~

YO~ Adivinha quem está de volta~ EU EU EU~~ Tá, eu não estão tão feliz assim, mas né -q
 Oh well, eu resolvi {provavelmente} voltar com o blog, mas dessa vez como um "eu não tenho nada pra fazer, então vou falar de coisas super aleatórias que eu estou afim de falar sobre" tipo de blog :3
 Eu sei, eu disse que não iria voltar, mas ai eu ando sem muito o que fazer, ninguém pra falar com, e já que eu pretendo melhorar minha escrita {não que ela já não seja boa} um pouco mais, decidi voltar a fazer um blog {acho que eu devia dizer "blogger" já que agora "blog" serve pro tumblr.... meh, tanto faz}. Como todos podem ver minha escrita tá meio diferente {ou não, pelo menos eu acho que está...}, e eu pretendo comentar mais sobre coisas cotidianas e que eu acabo lendo/vendo! Ou seja: nada de bom vai vir disso -q
 Começando com hoje, uma nova era começa para o Pieces of Wonderland, se eu não mudar o nome, que eu provavelmente vou... Mas anyway, eu vou sim voltar com a minha mania de colocar as "músicas para te embalar nesse post" e tals porque esse é a TRADIÇÃO desse blog! Não tem como eu lembrar do pieces of wonderland sem lembrar das músicas no final dos posts. Eu ainda tenho meu tumblr {aquele que eu coloquei no post de fechamento}, e eu vou continuar tendo ele, eu só quero ter um lugar pra poder... como posso dizer? Largar minhas idéias sem me preocupar :3
 Uma das coisas "novas" é que eu vou fundir o "Aleatory" aqui {aquele blog é velho também, e tem uma URL gigante -q}, então você provavelmente vai ver link das minhas histórias, ou até mesmo as minhas histórias {TANTO PORTUGUÊS QUANTO INGLÊS SÓ PRA CONSTAR!} E bom... sobre personagens antigos, eu ainda uso boa parte deles, e as antigas histórias? Eu provavelmente vou acabar fazendo elas um dia, eu juro {provavelmente nas férias}.
 Outro aviso importante é que essa é minha semana de provas finais, não que isso mude nada, eu nunca vou estudar pra provas porque eu não sirvo pra aprender 500 matérias sozinha, então eu vou acabar postando sim.
 Sobre o layout... oh well, eu vou fazer ele hoje, não é como se eu tivesse muito pra fazer sabe -q, eu ainda não decidi no tema e tals, eu lembro que o último era HnKnA, isso eu ainda lembro! Eu provavelmente vou fazer algo tipo... Ibitsu, ou... sei lá... Dangan Ronpa {?}... NÃO SEI! Eu vou decidir!
 Anyway, desde aquele tempo, eu acho que mudei até que muito sabia? Eu não faço mais as piadas que eu fazia, não falo mais com MUITA gente... Acho que é aquele "choque" que você tem quando realmente conhece as pessoas sabe? Um dia elas precisam de você e no outro te largam sozinha... Isso machuca, mas é o custo da confiança. É basicamente por isso que eu não ando mais ligando pra nada saca? Nem pra minha mãe eu não ligo mais {e ela só ficou pior desde aquele tempo}. Anyway, eu não quero que isso vire o "cantinho da depressão" -q
 Bom, espero que tudo volte a ser como era no blog {ou quase, igual nunca vai ser} e que ele fique BEM melhor {junto com as minhas idéias toscas -q}. Oh well, fique com a minha antiga tradição.

Música para te embalar neste post:


Pra continuar com o tema de mudanças e aparências, fiquem com Take my Chance {ou chansu, como elas falam... e sim,eu acho o inglês-japonês muito fofinho, então shiu -q}